quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Da caridade de quem me detesta

Ela não me suporta mais e é reciproco.
Você nunca foi o problema da minha vontade de sair, ela é. Você é a força que me puxa para fora, me da motivos a mais.
Ela só te acha um pervertido, ótimas conclusões ela não te conhece, mas as conclusões que ela tem sobre mim são muito piores, e ela nem me conhece.
Tao fria e calculista ela planeja, me quer mesmo fora, sem amor de mãe e sem despedida, menos um peso na vida.
Ela quer que eu vá, mas esse é o bom lado da historia menos distancia, mais oportunidades.
Só o que me destrói é a maneira como eu vou, assim como se lá sempre tivesse sido meu lugar, sem o abraço de saudades, quem deveria se prontificar a isso é quem me ajuda com as malas pra eu não me atrasar na partida.
Já estava na hora de sentir esse gosto de ser jogada pra fora, como eu imaginei que seria, só não havia imaginado minha reação.
Diminui a distancia, aumenta minha raiva.
Depois que ela fechar a porta, eu não olho mais pra trás.
Pouco tempo, depois da virada tudo sera mais que um novo calendario.

Nem dor, nem pesar.

Nem tudo é como a gente espera.
Pra variar, sem emprego.
Como passar o tempo dessa droga de dia?
Por que não tentar algo velho?
Serviram como uma luva 8 rodinhas antigas, ate mesmo na hora da queda.
Alta velocidade descendo a avenida, sangrou, prazer.
Queda, uma entre muitas, pessoas muito mais preocupadas que eu, nem precisava de ajuda.
Assoprei, olhei aquele sangue escorrendo, recuperei o fôlego perdido e segui. 
Assim como quem ja tinha se acostumado, ja havia feito isso antes e realmente já havia.
Eu não esperava, mas aconteceu e eu nem mesmo me importei para parar, apenas um descanso pra recuperar.
Seguindo.

domingo, 11 de dezembro de 2011

onde vai?

Pouco a pouco ate as ultimas conseguencias baby...
Sem feridas que a carne não possa curar e tristezas as quais eu não possa afastar.
Contenha-se, você ainda e tudo que eu desejo ter.
Nao va muito longe que o caminho é árduo, mas não é infinito, e deixe o fim a nosso critério.
Trabalho, auto-escola e em um futuro não muito distante, sim, meu carro.
Resolvendo logo os meus problemas.


Vida!









sexta-feira, 9 de dezembro de 2011



A ansiedade e os perturbadores dias de espera, esperança.
O movimento da cidade, as pessoas e seus interesses, a maneira como acontece.
Numb, como ja tanto dizia Chester.
Quero mesmo, mas e ai?
Oportunidade, talves, espera.
Esperança.
Cada um fazendo o que devia.
Pouco ainda foi falado, pouco pra me resumir.
Entao vamos.
Sempre é hora enquanto houver tempo e o desejo de continuar.
O que te guarda é o meu sustento, nosso desejo.


E pelas ferrovias pessoas se movimentam apressadas.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Confirmado meu paraíso astral.

"Oh baby suporte.."

Como, em segundos o mundo se abre e nos suga?
Quando alcançamos nossas entranhas, fissurados, fadigados pedindo mais.
O que era so uma conhecidencia.
É quando a falta derruba e a busca incessante pelo descanso de poucas palavras servem como muletas.
Pra quem achava confusa a vida perdida...
É quando voce acorda com um gosto de vida na boca, recomeço.O que pareciam ser cadeados e armadinhas se tornaram caminhos, labirintos na imensidão do lugar, tao imprevisíveis e seguros o quanto conseguíamos sentir. 
Tao sutil quanto uma parede na calçada surpreendendo distraídas, as poucas ja acostumadas ao tédio,
mergulhando na vontade.
Sem ver a perturbação do externo, instantaneamente vazio.
O que da pra se fazer enquanto não vem o socorro?
Mantenha se de pé na corda bamba da vida.
Era para ser tao comum, outro envolvimento em uma vida simplória, sem o amargo de causas reais.
O atestado da loucura, esperando medicação, sem atendimento ou hora marcada, e a angustia de minutos contados aos milésimos.



segunda-feira, 3 de outubro de 2011

what beats at the door

Agora foi!
A imagem do ponto de chegada, ali pra quem já tanto correu, eu sei o que me espera.
As pessoas dizem que as coisas mudam e  finalmente estão.
Pra quem não fazia questão a questão desse se fez.
Exercitando a paciência.